Eu sou da dança, eu sou o teatro, sou a música e a literatura. Mas, acima de tudo sou a arte!
O que me move é a força criativa e minha sensibilidade, a qual me permite enxergar o mundo de diferentes perspectivas do comum.
DECIFRE
bem vindos ao meu pequeno, turbulento e aconchegante mundinho.
Eu sou da dança, eu sou o teatro, sou a música e a literatura. Mas, acima de tudo sou a arte!
O que me move é a força criativa e minha sensibilidade, a qual me permite enxergar o mundo de diferentes perspectivas do comum.
DECIFRE
Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.S
ua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Semana de prova, eu tento me concentrar pra estudar. Semana de atividade legal no band, tenho que me concentrar pra fazer as coisas. Mas não dá, não tá dando. A saudade tá grande demais, to nostalgica demais.
To secando na cara e na coragem as lágrimas que ainda me caem pelo rosto.
O que mais eu devo fazer pra esquecer esse moço?
Contando os dias para quarta-feira.
"Se eu não tivesse feito tanta coisa,
Se eu não tivesse dito tanta coisa,
Se eles não tivessem inventado tanto
Podiamos ter vivido um amor Grand' Hotel.
Se eu não dissesse tudo tão depressa,
Se eu não quisesse tudo tão depressa,
Se eles não tivessem exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor."
[já tinha falado isso, falei denovo.]
Desde pequena sou muito exagerada em sentimentos. Nos primeiros "amores" eu já sofria, fazia questão de me fechar no meu quarto, ficava ouvindo músicas "semi-emos" e assim me criei em um universo mais romântico e sonhador impossível.
Mas hoje, hoje eu sinto deveras o que é a dor do amor, aquela dorzinha no abdômen, o nó na garganta, o nariz coçando com olho lacrimejando de manhã cedo indo para o colégio.
Hoje, hoje eu sei o que é tentar esquecer uma pessoa, ter asco e mesmo assim saber que daria tudo por um abraço. Sei o que é ficar vendo fotos antigas e lembrando dos cheiros. Dói ver aquele olhar, e pensar que já se vai dois meses que se anda na rua querendo e não querendo revê-lo. E mais de dois meses que se imagina o que ele estaria fazendo agora, o que aconteceu, com quem ele estaria andando.
Não há uma aula de história, geografia ou sociologia que eu não me recorde das nossas conversas, não há lugar nessa cidade que não me traga o mínimo de lembrança, até mesmo o velho perfume que resgatei no fundo do armário um dia desses, me lembrou. Me lembrou principalmente da Argentina, revellion, Buenos Aires. Ô tempo bom!
Quase nada mudou em dois meses, tirando que fiz 16... Não vejo nada de diferente. A mesma saudade, as mesmas dúvidas.
Amar, acho que já é uma palavra forte demais. Mais ainda penso, e isso já é o bastante para sofrer.
Tantos meninos legais passam pela minha vida, mas nenhum me encantou daquele jeito que fui encantada em abril de 2007. Isso é bom, não quero, NÃO POSSO mais correr atrás de ninguém. Não tenho mais forças, por mais que seja difícil para mim vou tentar cantar músicas e não pensar em ninguém.
Pelo menos por alguns meses.
Turma 92/2007.
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Formatura 9º ano, CNSF. Turma 92..jpg)
Formatura Pré, 1999. Muita gente está nas duas fotos.
PAI, MÃE, SE LEREM ISSO. PENSEM!!
Ouvimos cada absurdo nesses noticiários não? São pais matando filhos, filhos matando pais, delinquentes comentendo atrocidades dignas da Idade Média. É a subversão e perda total de valores de uma sociedade.
Mas entre as várias coisas que me assuntam ouvir, em especial estão as machetes de que está faltando sangue nos hemocentros e hospitais. Doar sangue deveria ser obrigatório,mas não obrigátorio por lei como votar, que caso você não compareça é punido, afinal tem gente que vota por obrigação e nem se quer sabe o importantíssimo papel de cidadão que está exercendo.
Essa obrigatoriedade deveria vir da consciência, caso você deixasse de perder 2 horas do seu dia a cada seis meses ajudando as pessoas, algo na sua cabeça começaria a dizer que quem pode precisar é você, seus pais, seu namorado...E
u, não doou por motivo de idade porém, ao completar dezoito anos, me cadastrar no hemocentro será uma das primeiras coisas que farei. Pode ser tudo muito clichê, mas é importante dizer tudo isso. Pois, se mesmo com as campanhas que existem hoje em dia falta, imagina se deixasse de ser lembrado pela grande mídia?
Escrito dia 7/5/09 às 7:07 da manhã.
voltar.
pensar, sentir, agir, desaparecer, criar, saber, esquecer, ouvir,
dançar, querer, aparecer, despentear, amar, silenciar, esperar, converter,
torcer, comprar, tirar, tomar, ler, chorar, arrumar, lembrar, desarrumar,
escrever, ver...ser feliz.