leitura de linhas e estrelinhas

bem vindos ao meu pequeno, turbulento e aconchegante mundinho.

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laura freitas
bem vindo ao meu turbulendo, pequeno e aconchegante mundinho. entre fiquei a vontade e me faça feliz ;D
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Eu sou.

Eu sou da dança, eu sou o teatro, sou a música e a literatura. Mas, acima de tudo sou a arte!
O que me move é a força criativa e minha sensibilidade, a qual me permite enxergar o mundo de diferentes perspectivas do comum.

Vivencio a arte diariamente e faço dela a maneira mais pura e simples de expor meus sentimentos.

Se desejas me entender, decifra minha arte!



DECIFRE

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Eu só quero é dançar


Ai como é bom

domingo, 27 de setembro de 2009

Do amor

Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.S
ua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

Moska

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Tá difícil aguentar...

Semana de prova, eu tento me concentrar pra estudar. Semana de atividade legal no band, tenho que me concentrar pra fazer as coisas. Mas não dá, não tá dando. A saudade tá grande demais, to nostalgica demais.
To secando na cara e na coragem as lágrimas que ainda me caem pelo rosto.
O que mais eu devo fazer pra esquecer esse moço?
Contando os dias para quarta-feira.



"Se eu não tivesse feito tanta coisa,
Se eu não tivesse dito tanta coisa,
Se eles não tivessem inventado tanto
Podiamos ter vivido um amor Grand' Hotel.

Se eu não dissesse tudo tão depressa,
Se eu não quisesse tudo tão depressa,
Se eles não tivessem exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor."

[já tinha falado isso, falei denovo.]


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Exagerada

Desde pequena sou muito exagerada em sentimentos. Nos primeiros "amores" eu já sofria, fazia questão de me fechar no meu quarto, ficava ouvindo músicas "semi-emos" e assim me criei em um universo mais romântico e sonhador impossível.

Mas hoje, hoje eu sinto deveras o que é a dor do amor, aquela dorzinha no abdômen, o nó na garganta, o nariz coçando com olho lacrimejando de manhã cedo indo para o colégio.

Hoje, hoje eu sei o que é tentar esquecer uma pessoa, ter asco e mesmo assim saber que daria tudo por um abraço. Sei o que é ficar vendo fotos antigas e lembrando dos cheiros. Dói ver aquele olhar, e pensar que já se vai dois meses que se anda na rua querendo e não querendo revê-lo. E mais de dois meses que se imagina o que ele estaria fazendo agora, o que aconteceu, com quem ele estaria andando.

Não há uma aula de história, geografia ou sociologia que eu não me recorde das nossas conversas, não há lugar nessa cidade que não me traga o mínimo de lembrança, até mesmo o velho perfume que resgatei no fundo do armário um dia desses, me lembrou. Me lembrou principalmente da Argentina, revellion, Buenos Aires. Ô tempo bom!

Quase nada mudou em dois meses, tirando que fiz 16... Não vejo nada de diferente. A mesma saudade, as mesmas dúvidas.

Amar, acho que já é uma palavra forte demais. Mais ainda penso, e isso já é o bastante para sofrer.

Tantos meninos legais passam pela minha vida, mas nenhum me encantou daquele jeito que fui encantada em abril de 2007. Isso é bom, não quero, NÃO POSSO mais correr atrás de ninguém. Não tenho mais forças, por mais que seja difícil para mim vou tentar cantar músicas e não pensar em ninguém.
Pelo menos por alguns meses.

domingo, 2 de agosto de 2009

o dia em que cortaram meu cordão umbilical


No 9º ano quando decidi mudar de escola, sempre deixei muito claro a meus pais que gostaria de ir para um colégio qual não conhecesse ninguém. O motivo desse pedido era a vontade de conhecer pessoas novas, de sair daquele universo “CNSFziano”, estudar com indivíduos que não viessem moldados de uma educação religiosa. Pois bem... Pura ilusão. Eu na verdade queria pessoas cultas a meu redor, gente sem futilidade, gente que não escuta funk, pagode ou sertanejo. Resumindo: eu queria conviver com pessoas mais velhas. Tudo bem, eu sei que existe jovens cultos; mas com toda a certeza do mundo eles estão em extinção no mundo e em Floripa então... Lástima. Turma 92/2007.
Tive meu pedido atendido e fui parar no Alpha e como esperado a maioria dos meus amigos foram para o Tendência.
Amados, Viana e Val! [CNSF]
Logo no primeiro dia de aula eu e mais seis meninas “novatas” nos juntamos. A minha turma do primeiro ano era terrível, eu só me sentia um pouquinho mais a vontade com essas meninas, o resto das pessoas eram MUITO diferentes das que eu era acostumada. E foi ai que eu comecei a sentir saudade da educação em colégio religioso (apesar de ser atéia), a cada novo dia de aula sentia mais como se tivessem arrancado parte de mim, como quando de um bebê é cortado o cordão umbilical. Eu estava longe da minha origem. Eu estava longe de todos os meus amigos! Foi desesperador, e pra acalmar um pouco o coração me apeguei aos funcionários (professores e coordenadores).
E com o passar dos meses eu fui percebendo que na outra turma, eu me encaixaria muito melhor.
Bitch da minha vida, te amo! [CNSF] Beto Carreiro, 2007. Bá, eu, Val, Aline e Rê. [CNSF]














Nas férias eu bem que tentei mudar novamente, mas os cabeças duras dos meus pais disseram que o ensino médio é hora de estudar e não de estar com amigos (sic!). Eu até tentei explicar que com meus amigos perto eu funciono melhor, até meu rendimento poderia subir, mas tudo isso sem sucesso.
Não consegui mudar de colégio, mas mudei de turma.
Tay e Ju, queridonas! [Alpha]
A mudança de turma foi um respiro para mim, eu não precisava mais ouvir meninas falando nos meninos que elas pegaram na balada de ontem e tampouco agüentar as piadas sem graça dos meninos da outra turma.
Comecei a ser mais eu, me senti, finalmente, à vontade para fazer minhas piadinhas, conversar no meio da aula... Fui parar até no fundão. E encontrei mais cinco meninas maravilhosas que só me trazem sorrisos (e alguns estresses em trabalhos).
Amorecos. Jé, Camila, Taís, Ju, eu e Tay. [Alpha]


E agora? Agora que estou rumo ao terceirão, ano que dizem ser o mais inesquecível da vida escolar... E eu não vou ter meus amigos de verdade pra compartilhar esse ano comigo? Os amigos que cresceram juntos, que mesmo há meses sem se ver quando se veem é uma risada só, como se vissem todos os dias.
São tantas coisas acontecendo e tudo ao mesmo tempo.















FEINTER. Scarlleth, Carol, Fê, eu e Jé. [Alpha]

E só pra deixar claro, tenho sim amigos no Alpha. As meninas que salvam minhas manhãs e tenho um apreço GIGANTE por elas. Mas, nada que se compare a amizades de 9, 8, 5 anos né?!

Formatura 9º ano, CNSF. Turma 92.





Formatura Pré, 1999. Muita gente está nas duas fotos.

PAI, MÃE, SE LEREM ISSO. PENSEM!!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Doação

Ouvimos cada absurdo nesses noticiários não? São pais matando filhos, filhos matando pais, delinquentes comentendo atrocidades dignas da Idade Média. É a subversão e perda total de valores de uma sociedade.
Mas entre as várias coisas que me assuntam ouvir, em especial estão as machetes de que está faltando sangue nos hemocentros e hospitais. Doar sangue deveria ser obrigatório,mas não obrigátorio por lei como votar, que caso você não compareça é punido, afinal tem gente que vota por obrigação e nem se quer sabe o importantíssimo papel de cidadão que está exercendo.
Essa obrigatoriedade deveria vir da consciência, caso você deixasse de perder 2 horas do seu dia a cada seis meses ajudando as pessoas, algo na sua cabeça começaria a dizer que quem pode precisar é você, seus pais, seu namorado...E
u, não doou por motivo de idade porém, ao completar dezoito anos, me cadastrar no hemocentro será uma das primeiras coisas que farei. Pode ser tudo muito clichê, mas é importante dizer tudo isso. Pois, se mesmo com as campanhas que existem hoje em dia falta, imagina se deixasse de ser lembrado pela grande mídia?

Escrito dia 7/5/09 às 7:07 da manhã.

Lembro do último abraço, do céu acinzentado que cobria nossas cabeças e da chuva que caiu junto com minhas lágrima.
Lembro da última palavra e do último olhar, da minha tentativa frustrada de esconder minha tristeza e meu choro.
Lembro do cheiro, da voz, do jeito e do ritmo. Lembro da data, da segunda-feira horrorosa e da semana que passei mal.
Lembro dos dias contados na minha agenda e do tempo que não passava.
Mas, agora falta tão pouco que chega a assustar.

pensamentos

vagamente vagarosos
vagamente preguiçosos
vagamente infundados
vagamente inundados
voltar.
pensar, sentir, agir, desaparecer, criar, saber, esquecer, ouvir,
dançar, querer, aparecer, despentear, amar, silenciar, esperar, converter,
torcer, comprar, tirar, tomar, ler, chorar, arrumar, lembrar, desarrumar,
escrever, ver...ser feliz.


"...A arte por si só rompe todos os tipos de barreiras, unindo pessoas, aliando desejos, suprindo vontades, este é um bom lugar..."
"-Que tal um beijo, saumensch?Ficou parado mais alguns intantes, com água pela cintura, antes de sair do rio e lhe entregar o livro. Tinha as calças grudadas no corpo e não parou de andar. Na verdade, acho que ele sentiu medo. Rudy Steiner ficou com medo do beijo da menina que roubava livros. Devia ter ansiado muito por ele. Devia amá-la com uma intensidade incrível. Tanto que nunca mais tornaria a lhe pedir seus lábios, e iria para sua sepultura sem eles."
[A menina que roubava livros]

Se lembra quando a gente, chegou um dia acreditar que tu era prá sempre...

sem saber que o prá sempre, sempre acaba. Mas nada vai conseguir mudar o que ficou, quando penso em alguém só penso em VOCÊS e ai então estamos bem.

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É impossível ser feliz sozinho!